
Old School Thrash Metal sem frescura
Nascido em meio ao caos da pandemia, o SACRIFIX surgiu em 2020 como uma reação visceral ao colapso do mundo moderno. Idealizado pelo multi-instrumentista Frank Gasparotto (ex-Anthares, Goatlove, Masmorra, Spiritual Hate), o projeto foi concebido para resgatar a essência mais crua, violenta e autêntica do Old School Thrash Metal, inspirado diretamente nos pilares do gênero como Slayer, Kreator, Sodom, Exodus, Testament e Megadeth.
O álbum de estreia “World Decay 19” foi gravado, produzido e executado integralmente por Frank no North Greenhouse Studios, em São Paulo, com mixagem de Marco Nunes (Chaosfear, ex-Goatlove). O disco chamou atenção da imprensa e dos fãs ao redor do mundo por sua sonoridade oitentista, agressiva e sem concessões, conquistando críticas extremamente positivas e consolidando o SACRIFIX como um dos nomes mais autênticos do Thrash Metal underground brasileiro.
Com letras que abordam guerra, ocultismo, violência, crítica social e o colapso moral da humanidade, o SACRIFIX não trabalha com metáforas vazias — sua música é um ataque direto à hipocrisia, ao autoritarismo e à decadência da sociedade moderna.
Em 2022 e 2023, a banda elevou ainda mais o nível com o álbum “Killing Machine”, lançado por uma coalizão de selos underground, apresentando riffs mais pesados, vocais ainda mais rasgados e participações especiais de Murillo Leite (Genocídio) e Maurício Amaral (Anthares). O disco mostrou um SACRIFIX mais técnico, brutal e impiedoso, mantendo intacta sua fidelidade ao Thrash Metal clássico.
Após uma mudança de formação, o SACRIFIX ressurgiu ainda mais coeso e violento, lançando em 2025 o EP “Let’s Thrash”, que funciona como um manifesto de amor ao estilo e um prelúdio para o terceiro álbum da banda, previsto para o final de 2025. O material traz músicas novas, versões ao vivo e uma declaração clara: o SACRIFIX existe para separar os adultos das crianças no Thrash Metal.
Hoje formado por Frank Gasparotto (vocal e guitarra), Filippe Tonini (baixo) e Fábio Moysés (bateria), o SACRIFIX segue firme em sua missão: manter vivo o Old Fuckin’ School Thrash Metal, sem frescura, sem modismos e sem concessões.
“Viemos para perturbar o sono dos modistas e respeitar os primórdios do Thrash Metal”, resume Frank Gasparotto








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